“Há certas horas,
Em que não precisamos de sexo...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar
Na maciez de uma cama...
Há certas horas,
Que só queremos a mão no ombro,
O abraço apertado ou mesmo
O estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...”

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